Vinhos de Chaves
Trás-os-Montes
Última atualização: março 2026
DOP Trás-os-Montes e IGP Transmontano
Vinhos de Chaves
Chaves é produtor de vinhos
DOC Trás-os-Montes
e
IGP Transmontano,
vinhos certificados destas terras do nordeste, cujas vinhas recebem estas denominações de origem controlada.
Espalham-se por 3 sub-regiões:
Chaves, Valpaços e o Planalto Mirandês.
Vinhas em Bustelo, freguesia de Chaves, distrito de Vila Real (Alto Trás-os-Montes), Norte de Portugal © GEP
Vinhas de Trás-os-Montes
Estas vinhas espalham-se por 3 sub-regiões:
Chaves.
•
Chaves
•
Valpaços
•
Planalto Mirandês.
DOC Trás-os-Montes e IGP Transmontano
Chaves é produtor de vinhos
DOC Trás-os-Montes e
IGP Transmontano, vinhos
certificados destas terras do nordeste, cujas vinhas recebem estas denominações de origem controlada.
Nas terras de
Trás-os-Montes estes
terroirs espalham-se por 3 sub-regiões (ler
amais abaixo):
•
Chaves
•
Valpaços
•
Planalto Mirandês.
Sub-regiões da DOP Trás-os-Montes, a) Chaves, b) Valpaços, c) Planalto mirandês, (Alto Douro e Trás-os-Montes), Norte de Portugal © / IVV, ilustração
O Terroir
A área geográfica do terroir das vinhas de Chaves compreende os seguintes concelhos:
- Chaves*
- Vila Pouca de Aguiar (freguesias de Capeludos e Valoura)
(*) Das 39
freguesias de Chaves, as seguintes estão autorizadas a produzirem o vinho
DOP Trás-os-Montes - Chaves e
o
IG Transmontano:
- Anelhe
- Arcossó
- Bustelo
- Calvão
- Cela
- Curalha
- Eiras
- Ervededo
- Faiões
- Lama de Arcos
- Loivos
- Madalena
- Oura
- Outeiro Seco
- Póvoa de Agrações
- Redondelo
- Samaiões
- Sanjurge
- Santa Cruz/Trindade
- Santa Maria Maior
- Santo António de Monforte
- Santo Estêvão
- São Pedro de Agostém
- Seara Velha Selhariz
- Soutelinho da Raia
- Soutelo
- Vale de Anta
- Vidago
- Vila Verde de Raia
- Vilar de Nantes
- Vilarelho da Raia
- Vilarinho das Paranheiras
- Vilas Boas
- Vilela do Tâmega
- Vilela Seca
Castas Tintas
As castas tintas utilizadas para a produção dos vinhos DOP Trás-os-Montes - Chaves e IG Transmontano são:
Alicante Bouschet, Aragonez (Tinta Roriz), Baga, Bastardo, Castelão (também conhecida como Periquita), Cornifesto, Malvasia Preta, Marufo,
Tinta Barroca, Tinta Carvalha, Tinto Cão, Touriga Franca, Touriga Nacional, Trincadeira (ou Tinta Amarela) e Moscatel Galego Roxo
(também conhecida como Moscatel Roxo).
Castas Brancas
Quanto às castas brancas utilizadas para a produção dos vinhos DOP Trás-os-Montes - Chaves e IG Transmontano, elas são as seguintes:
Alvarinho, Arinto (também conhecida como Pedernã), Bical, Boal Branco, Côdega de Larinho, Fernão Pires (também conhecida como Maria Gomes),
Gouveio, Malvasia Fina, Moscatel Galego Branco, Rabigato, Síria (ou Roupeiro) e Viosinho.
DO Trás-os-Montes e IG Transmontano
Na região das denominações (DO)
Trás-os-Montes e da indicação geográfica (IG)
Transmontano o distrito de
Bragança produziu 187.720 hl [IVV, dados referentes a 2016].
Vinhas na freguesia de Vila Verde de Raia, município de Chaves, distrito de Vila Real (Alto Trás-os-Montes), Norte de Portugal © GEP
Microclimas de Trás-os-Montes
Apesar da aparente unidade regional, em Trás-os-Montes "verifica-se a existência de vários microclimas, que aliados às diferenças existentes
na constituição dos solos, bem como à maior adaptabilidade de determinadas castas, permitem obter vinhos muito diferenciados. Tais diferenças
permitiram definir três sub-regiões para a produção de vinhos de qualidade com direito a
DO (Denominação de Origem)
Trás-os-Montes, os critérios tidos em conta foram essencialmente as altitudes, exposição solar, clima e a constituição dos solos" [2].
Quanto aos vinhos com
IG (Identificação Geográfica)
Transmontano, estes podem ser produzidos em toda a região
de Trás-os-Montes.
Continue sua visita pelas outras sub-regiões vitivinícolas em Trás os Montes:
No Planalto Mirandês, o
Rio Douro influencia o cultivo da vinha nos solos essencialmente xistosos, cuja altitude vai de 350 a 600 m,
com ocorrência de grandes amplitudes térmicas, muito baixos teores de humidade relativa a incidência de ventos.
Região tradicional quanto à produção de vinhos que remontam a tempos romanos; tal presença "está intrinsecamente marcada nas rochas graníticas
desta sub-região" [2], sobretudo nas margens do rio Rabaçal.